segunda-feira, 5 de junho de 2017

FAZENDO MERDA...


Olá Poderosa! Tudo bem?
Há quanto tempo não é mesmo?
Primeiramente quero te pedir desculpa pela ausência, estou passando por uma correria, mas isso já está sendo resolvido.

Agora, sem mais delongas, quero compartilhar um texto de minha autoria com você. Ele por si só já deve servir como nossa reflexão para hoje.

Já pensou na merda que você está fazendo?
Perdoe-me o termo que usei no início e que será usado nas próximas linhas, mas não encontrei um termo que se encaixasse mais perfeita ou corretamente com o que quero expressar.
Não me leve a mal, mas a gente vive fazendo merda!

Eu, você, e todos os outros seres humanos da Terra, já temos pessoas com quem nos preocuparmos ou que geram ou gerarão algum tipo de tensão em nossas vidas.

Por exemplo, todos temos uma mãe e, inevitavelmente, construímos com ela um vínculo que nos fará preocupar-nos e ficarmos tensos caso algo esteja indo mal em sua vida. Nos preocupamos, perdemos o sono, choramos com a iminência de sua morte, aliás, sofremos só de pensar que o fim pode chegar para ela antes de chegar o nosso. Mas, esse vínculo é, como disse, inevitável, vivemos perto, digo, colados, literalmente, durante nove meses, e como não se “apegar”?
Até aí tudo bem! E assim criamos também vínculos com nossos pais, irmãos, tios, primos, avós, e todos aqueles ditos próximos da nosso família nuclear. Mas isso é, digamos, inevitável. Sofreremos por, e com, eles também. Mas isso basta?
Claro que não!
Inventamos de fazer a merda de permitir que outros entrem em nossa vida.
Mais umas pessoas por quem nos preocuparmos, sofrermos, chorarmos. Mal nos damos conta e, lá vamos nós fazer a mesma merda. Trocamos duas palavras com alguém e daqui a pouco estamos falando da vida, chamando pra sair, permitindo que adentre a nossa vida e nossa casa e futuramente nos leve aquelas tensões também.
Digo merda porque é um saco perder noites, sofrer, chorar, nos preocuparmos, ficarmos ansiosos, nos frustrarmos com as expectativas criadas, etc etc etc.
Ah, mas é claro que não posso me apegar somente às tensões e frustrações, afinal, são essas mesmas pessoas que irão dar sabor à nossa vida, encher ela de cores, alegrar nossas noites tristes, iluminar nossos caminhos por vezes escuros, nos fazer sorrir quando na verdade tudo dava errado, ser mais idiota do que o normal só para nos alegrar, sem falar dos bombons, sanduíches, picolés, coxinhas, pastéis, pizzas, sorvetes, e tantas outras coisas que trocamos com esses a quem chamamos de amigos e, quem sabe, até se tornem o estresse e a alegria que seguirá conosco por toda uma vida como parceiro, companheiro, cônjuge, amor.
Sim, vivemos fazendo merda! No ponto de ônibus, na padaria, no bairro, na casa, no prédio onde moramos,  na escola, na faculdade, no cursinho, no trabalho, no elevador, e em tantos outros lugares inusitados. Estamos sempre fazendo merda! Mas, por que fazemos?
Acredito que os prós são maiores que os contras. A alegria é maior que a tristeza. Os momentos agradáveis superam os desagradáveis e, se não superarem, os poucos momentos agradáveis fazem tudo valer à pena.
É! No fim, acredito que os fins acabam justificando os meios. Sendo assim...
Lá vamos nós fazer merda mais uma vez...

Forte abraço! Força!

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